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CONHEÇA
ABAIXO A MÁGIA DOS DRAGSTERS.
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Porque as corridas de DRAGSTERS são incríveis... |
A
distância cultural e até o preconceito
jogam contra as corridas de Dragsters por aqui.
Porém vistas bem de perto, elas se mostram
uma das coisas mais inspiradoras sobre rodas.
Chuck Squatriglia do Wired.com recentemente falou
sobre as Drag Race (Corridas de Arrancadas) e
o Top Fuel, o ponto máximo deste esporte;
Funny Car e tudo o que envolve este esporte. E
aqui juntamente com a matéria feita por
ele colocaremos parte de nossa experiência
já vivida nestes 23 anos de pistas fazendo
para você uma série de esclarecimentos
sobre este esporte que só cresce no Brasil. |
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Não
há nada de sutil nas corridas de Dragsters.
É
um esporte de extremos. Da quantidade absurda de combustível
consumido aos incríveis números de potência
e as indecentes somas de dinheiro gasto apenas na
busca da aceleração máxima.
Em nenhum outro lugar isso fica tão óbvio
quanto na linha de largada ocupada por dois dragsters
top-fuel despejando 8.000 cv cada. Ficar atrás
deles é como abrir os portões do inferno.
O ar ronca. O chão treme. Uma nuvem de fumaça
nociva é jogada sobre você. Os carros
raiam ao horizonte como se tivessem sido arremessados
do "ALÉM".
Os Top Fuel são o máximo das corridas
de Dragsters. Tudo em um Top Fuel acontece em um piscar
de olhos. Os melhores pilotos conseguem fazer o 402
metros (1/4 de milha) em cerca de 4,5 segundos. Record
atual em 4,428 seg. Eles são submetidos a uma
força de mais de 5 Gs (cinco vezes a força
da gravidade) e chegam a mais de 535 km/h no final
dos 402 metros.
Mais incrível que testemunhar isso, é
experimentar isso.
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"Não
há como descrever de jeito algum", diz
Dave Grubnik, piloto de dragster Top Fuel da equipe
americana Kalitta Air. "Quando você pisa
no acelerador, tudo desaparece imediatamente do seu
campo de visão. Simplesmente some. Você
vai de zero a 160 km/h instantaneamente". Na
realidade isto acontece em aproximadamente 0,6 a 0,8
décimos de segundo.
Para
fazer isso, os dragsters produzem quantias insanas
de potência e torque. Os números são
no mínimo INSANOS.
Ao
lado Tony Schumacher, é dele as duas melhores
marcas da história da NHRA (organizadora das
provas nos EUA). Tony fez 4,428 segundos e 336,15
km/h de velocidade final em 402 metros estas duas
marcas são record até hoje para pista
de 402 metros (1/4 de milha). Hoje as provas de Top
Fuel e Funny Car estão sendo disputadas em
304,80
metros até que todas as pistas estejam
adequadas.
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As
sementes das corridas de Dragsters americanas foram
plantadas na década de 30, nos lagos secos
do oeste dos EUA. Mas o esporte como conhecemos não
decolou antes do fim da Segunda Guerra. Muita coisa
mudou nesses 60 anos desde que a National Hot Rod
Association - NHRA realizou sua primeira corrida oficial
em um estacionamento, mas o objetivo ainda é
o mesmo: chegar ao outro lado da pista o mais rápido
possível.
As
regras exigem que os Top Fuel e seus primos Funny
Cars tenham motores V8 de 8,2 litros baseados no Hemi
"Elephant Engine" 426 da Chrysler construído
entre 1964 e 1971. Quase tudo nos motores é
construído sob medida para atender às
exigentes especificações, mas por baixo
disso ele ainda é um V-8 com uma árvore
de comando centralizada e duas válvulas por
cilindro. Eles usam cabeçotes enormes e tudo
por aqui é feito para suportar potências
IMENSAS.
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O
bloco do motor e os cabeçotes são usinados
a partir de blocos sólidos de alumínio.
Não por capricho, mas porque precisam. "É
a única forma de fazê-los fortes o bastante,
senão eles estouram", disse Grubnik.
Todo
motor precisa de três coisas para funcionar:
combustível, ar e uma faísca. O motor
de um Top Fuel/Funny Car simplemesmente precisa de
mais do que isso...muito mais.
O supercharger 14:71 de um Dragster gera 20,5 kg de
boost e aspira 90 m³ de ar por minuto em uma
corrida. A bomba de combustível (mecânica)
move 360 litros por minuto através de um sistema
de injeção de fluxo constante. Dois
magnetos providenciam as faíscas para o par
de velas especiais de cada cilindro.
O
resultado é um motor capaz de produzir cerca
de 8.000 cv e 829,5 kgfm de torque. Isso é
cerca de seis vezes mais que o Bugatti Veyron Super
Sport, que é hoje o carro produzido em série
mais rápido do mundo.
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Veja
acima na ilustração pelo detalhe numerado.
1
- Os dois magnetos são usados mais em Top Fuel
(nitrometâno) do que no caso do nosso Top Alcohol
que usa metanol.
2
- Na entrada do cabeçote você vê
dois cabos de vela por cilindro vindos dos magnetos.
Isto gera MAIS, MUITO MAIS FAÍSCA.
3
- Aqui temos a bomba de combustível que é
mecânica e responsável por alimentar um
sistema de queima quase sem FIM.
Ao
lado temos o modelo que é chamado de Funny Car
que usa a mesma mecânica dos Top Fuel com a diferença
de ter um entre- eixos menor e motor dianteiro, o que
dificulta muito a dirigibilidade, mais ainda o peso
da carenagem e o arrasto aerodinâmico deixam ele
alguns décimos mais lento, porém não
menos forte.
Aí
estão PAI e FILHA. John Force, uma lenda viva
e sua filha Ashley Force Hood. Hoje duelam entre si
nas mais importantes provas do planeta. Nesta temporada
ela está afastada devido a gravidez. MAIS VOLTA
LOGO.
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"Em
um Dragster Top Fuel/Funny Car é tudo ou nada.
Não há meio-termo. É completamente
louco."
Esses
números são enormes e difíceis
de compreender. Tudo o que você precisa saber
é que um motor de Top Feul/Funny Car pode mandar
um Dragster de 1020 kg do zero aos 190 km/h em 1,3 segundo.
A aceleração de 190 a 300 km/h leva 1,7
segundo. A NHRA afirma que um Dragster é capaz
de deixar um caça para trás em uma arrancada.
Em dois segundos de corrida o piloto está submetido
a uma força cinco vezes maior que a gravidade
(5 Gs).
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Um
Top Fuel não se parece com nada que você
chama de automóvel. Claro, eles têm quatro
rodas, volante e motor, mas as semelhanças
acabam por aqui.
Os carros têm 7,62 metros de comprimento e 300
polegadas entre-eixos conforme estipulado pelas regras.
O chassi é feito de tubos de cromo-molibdênio
e a carroceria de fibra de carbono. Grubnik diz que
a asa traseira do carro gera 2,7 toneladas de downforce
a 480 km/h. Estes monstros ultrapassam os 530 km/h
facilmente.
Enormes discos de freio de fibra de carbono medindo
14 polegadas junto com um par de páraquedas
reduzem a velocidade do carro. Quando o piloto aciona
os dois páraquedas, ele é submetido
a uma desaceleração 7 vezes maior que
a gravidade, no caso 7 Gs negativos. É simplesmente
um absurdo tamanha força contra o corpo humano.
"Quando
você vê um piloto ofegante no final da
corrida, não é por causa do esforço
físico para pilotar o carro. É por causa
do estresse que o corpo sofre ao ir de 5 Gs para -7
Gs em pouco mais de quatro segundos", diz Jeff
Arend, piloto de um Funny Car da Kalitta Motorsports.
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Funny
Cars usam os mesmos motores que os Top Fuel, mas são
carros menores com entre-eixos de 3,17 metros e usam
uma bolha em fibra de carbono que imita carros de
rua. Ainda que a Toyota nunca tenha construído
nada como a bolha Toyota de Arend.
Ao
contrário de um piloto de Top Fuel, o cara
ao volante de um Funny Car senta-se atrás do
motor, fato que somado ao formato da carroceria, faz
da visibilidade um desafio. Arend diz que os Funny
Cars são ainda mais difíceis de pilotar.
"Eles têm a mesma potência que um
Top Fuel, mas são mais curtos", diz Arend.
"Um top-fuel tende sempre a andar em linha reta.
Um Funny Car tende a fazer qualquer coisa, menos a
andar em linha reta."
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Os
Top Fuel/funny Car são movidos a uma mistura
de 90% de nitrometano e 10% de metanol, embora a mistura
possa variar dependendo das condições
da prova. Qualquer que seja a proporção,
o consumo de um Top Fuel seria melhor mensurado em
litros por quilômetro.
Um Dragster típico consome em torno de 50 litros
de combustível durante o aquecimento, a apresentação
e a corrida. O combustível flui através
de linhas de 2,5 polegadas a uma pressão entre
400 e 500 psi. A maior parte é desperdiçada
pois esses motores não são nada eficientes.
"Você precisa de sorte para conseguir 30%
de eficiência. Estamos
jogando 70% do combustível pelo escapamento",
diz Grubnik.
É este excesso que faz as labaredas aparecerem
nos escapamentos nas provas no final do dia e durante
a noite. O nitrometâno disperdiçado explode
ao ar causando um visual BRUTAL. CLIQUE
AQUI E VEJA A SIMULAÇÃO DE CONSUMO.
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Os
motores são desmontados e reconstruídos
depois de cada largada. Um habilidoso time de sete mecânicos
consegue fazer o trabalho em uma hora ou quase, mas
se for preciso eles conseguem fazer isso em metade do
tempo.
As bielas e pistões de alumínio forjado,
junto com as válvulas de escape, velas e discos
de embreagem são substituídos depois de
cada largada. Todo o resto passa por uma inspeção
e é arrancado se houver qualquer dúvida
sobre sua integridade ou confiabilidade. Uma vez remontado,
o motor recebe 12,3 litros de óleo 70w.
É um empreendimento enorme e é por isso
que a Kalitta Motorsports usa cinco caminhões
para transportar três carros, sete motores reserva
e peças suficientes para construir um carro do
nada, se preciso. E a mecânica desses monstros
não é nem um pouco elementar.
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Um
time de Drag Race é um conjunto que trabalha
muito rápido, cada membro tem uma especialidade,
enquanto um ou dois desmontam a parte superior do motor,
como blower, injeção, cabeçotes,
um terceiro tira o cárter e revê toda a
parte debaixo do motor. Ainda tem um específico
para a embreagem, que é um detalhe importantíssimo
em Dragsters. Um mecânico verifica todo o chassi,
ver se não há trincas nas soldas ou fissuras,
outro cuida de rodas e pneus. É um trabalho orquestrado
que envolve a todos inclusive o piloto muitas vezes
que é responsável pelos páraquedas,
afinal ninguém por lá quer ficar com a
responsabilidade dos mesmos não abrirem. O carro
na NHRA tem que ficar pronto em um tempo próximo
de uma hora, pois pode chegar a hora de largar e por
lá ninguém espera. O regulamento é
seguido a risca, se não veio pra pista fica de
fora. Se for nas eleminatórias então é
só carregar o material e esperar por outra prova. |
As
válvulas de escape são um item de uso
único. Normalmente são feitas de ligas
de níquel e medem cerca de duas polegadas. As
válvulas de admissão são de titânio
e medem cerca de 2,5 polegadas. |
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Os
cabeçotes também são retificados
depois de cada corrida. Eles são usinados em
alumínio, são resfriados por ar e combustível.
Os cabeçotes podem chegar a 983 graus Celsius
durante a arrancada, e você freqüentemente
vai vê-las soltando chamas que é o excesso
de nitrometâno.
Um único cilindro de um motor Dragster produz
mais potência que um motor da NASCAR completo,
e Arend diz que cada cano de escapamento gera entre
115 e 130 quilos de downforce a cada pulso. O escapamento
é usado em forma de L para que se aproveite estes
pulsos para prender o carro no chão.
É por isso que o carro tomba para um dos lados
quando o motor perde um cilindro.
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Toda
a potência do mundo não significa nada
se você não consegue manter o carro no
chão. É por isso que o motor é
apenas uma parte da equação.
"As pessoas acham que esses carros são apenas
um grande motor", diz Jon Oberhofer, um dos chefes
de equipe de Arend. "Eles não são.
Esses carros são uma grande embreagem".
Os Top Fuel não têm caixa de marchas. Eles
usam uma embreagem de múltiplos estágios
que usa temporizadores para transmitir a potência
gradualmente ao eixo traseiro.
"Aos 2,5 segundos de corrida você já
tem potência total e torque máximo",
diz Jim Oberhofer, o irmão de Jon. "Você
está tentando fazer o carro chegar à marca
de um 1/8 de milha o mais rápido possível,
porque desta marca até o final a potência
começa a cair".
O 1/4 de milha não tem mais um 1/4 desde 2008,
quando Scott Kalitta morreu durante a qualificação
em Nova Jersey. A NHRA, preocupada com as velocidades
que os carros estavam atingindo e o espaço necessário
para pará-los, encurtou a pista de 402,3 metros
para 304,80 metros na maioria dos eventos.
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Os
Top Fuel/Funny Car usam pneus traseiros de 17 polegadas
que são descartados depois de quatro a seis
largadas. Isso representa uma vida útil entre
3 e 7 km.
Se
algo pode ser medido no carro, será medido.
Da pressão do combustível e temperatura
do cilindro à pressão da embreagem e
condições atmosféricas, tudo
é gravado, rastreado e impresso em um gráfico.
"O gravador de dados registra tudo o que o carro
fez", diz Grubnik (na foto). "É como
a caixa preta de um avião".
Toda a informação é analisada
em uma campanha implacável para cortar qualquer
milésimo de segundo do tempo do carro. Até
mesmo as condições climáticas
são analisadas minuciosamente para determinar
a taxa de compressão ideal, o volume de combustível
e outros fatores.
"Usamos
um pouco o Excel", diz Jon Oberhoffer.
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Com
7,62 metros de comprimento e uma distância entre
eixos de 300 polegadas, o Dragster Kalitta Air não
é algo que consegue fazer muitas curvas.
Isto
para os Top Fuel e também para Top Alcohol
como o nosso é uma grande dificuldade. Além
do peso do arrasto dos pneus traseiros.
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A
corrida é muitas vezes vencida ou perdida no
começo da pista, e não no final. O tempo
de reação é tudo. O processo
começa com um burnout, onde os pilotos "queimam"
seus pneus ensopados de água para limpá-los
e aquecê-los para melhorar a tração.
Os pilotos alinham-se ao lado do que sempre chamamos
de "árvore de natal", que usa luzes
âmbar para indicar a contagem regressiva para
a luz verde que inicia a corrida.
"Assim que vemos a luz âmbar, aceleramos",
diz Grubnik.
Os melhores pilotos precisam de menos de 0,05 segundo
para reagir quando a luz fica verde. O melhor tempo
de reação de Grubnik foi 0,068. Seu
colega de equipe, Doug Kalitta, é um pouco
mais rápido, com 0,062.
A família Kalitta já tem uma imensa
história nas pistas. Connie Kalitta que junto
com "Chá Chá Muldowney" fizeram
história nos anos 70 e 80 trouxe seus filhos
Scott (in memorian) e Doug Kalitta para o meio mais
rápido do mundo. As provas da NHRA.
Em
breve aqui vocês poderam ver a história
de "Chá Chá"...
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Quando
as luzes ficam verdes, a única coisa a fazer
é acelerar e tentar manter o carro em linha
reta...o que não é nada fácil.
"É puro instinto", diz Grubnik. "Tudo
o que o piloto é manter no traçado".
O "traçado" são as trilhas
de borracha deixadas pelos carros da corrida anterior
e também do próprio bournout na área
de largada. A tração é melhor
lá, por isso os pilotos tentam seguir a mesma
linha, e se você chegou até aqui, já
sabe que isso não é nada fácil.
Grubnik
está nas pistas desde que era um garoto de
16 anos em Brisbane, na Austrália. Ele começou
correndo com um Ford Falcon antes mesmo de ter carteira
de motorista.
Ele recorda ver os Funny Cars movidos a nitro. Achava
a coisa mais legal do mundo.
"O que me atraía era a potência,
o barulho, as chamas. Era como uma injeção,
fui fisgado. Disse a mim mesmo que um dia pilotaria
um Top Fuel".
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Nos
EUA a NHRA já está completando 60 anos
na realização das provas de Arrancada
/ Drag Race.
Ao
lado vocês podem ver uma pista completamente
lotada pelo público. A direita as dezenas de
caminhões das equipes que servem de OFICINA
para seus carros. Não é possível
ter boxes para todas as equipes, então cada
um tem seu caminhão e nele tem tudo o que precisa.
Como lemos acima as grandes equipes chegam a levar
5 caminhões para a pista entre peças
reserva, motores, chassi e carenagens, pneus e tudo
mais o que precisa para montar um Top Fuel ou um Funny
Car a partir do zero.
Num
evento oficial da NHRA chegam a ter 800 pilotos inscritos
para o final de semana.
Os
carros são montados e desmontados tantas vezes
quantas o piloto avançar na classificação.
Esta
material foi publicado originalmente no Wired.com
em 27 de julho de 2010. Aqui fizemos algumas adaptações
para sua melhor compreensão...
Espero
que tenham gostado.
NOS
VEMOS NA PISTA...
Iverson
JN.
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